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A Supercopa Italiana é disputada, desde 1988, entre o ganhador do Campeonato Italiano e o ganhador da Copa Itália.
Veja todos os ganhadores da Supercopa Italiana.
Pequim, China, 8 Agosto 2009, LAZIO 2 X 1 INTER.
Marcadores: Matuzalem aos 18 st, Rocchi aos 21 st e Etoo aos 33 st.
Milão, 24 Agosto 2008, INTER 2 X 2 ROMA (A INTER ganha 6 a 5 nos pênaltis).
Marcadores: Muntari aos 18 pt, De Rossi aos 14 st, Balotelli aos 38 st e Vucinic aos 44 st.
Milão, 19 Agosto 2007, INTER 0 X 1 ROMA.
Marcador: De Rossi de pênalti aos 33 st.
Milão, 26 Agosto 2006, INTER 4 X 3 ROMA (após prorrogações).
Marcadores: Mancini aos 13 pt, Aquilani aos 24 pt e aos 34 pt, Vieira aos 44 pt, Crespo aos 20 st, Vieira aos 29 st e Figo aos 5 da 1ª prorrogação.
Turim, 20 Agosto 2005, JUVENTUS 0 X 1 INTER (após prorrogações).
Marcador: Veron aos 6 minutos da 1ª prorrogação.
Milão, 21 Agosto 2004, MILAN 3 X 0 LAZIO
Marcadores: Shevchenko aos 36 pt, aos 43 pt e aos 31 st
O ucraniano Shevchenko garante o título da Supercopa Italiana para o Milan. O artilheiro do último Campeonato Italiano marca todos os gols na vitória por 3 a 0 sobre a Lazio no Estádio San Siro, em Milão. Assim, após 10 anos, o Milan volta a ganhar a Supercopa Italiana.
O Milan se mostra um time forte, humilde, dúctil (com Rui Costa jogando no lugar de Pirlo que está nas Olimpíadas), brilhante e inteligente. Ao contrário, a Lazio é um time fraco porque foi obrigada a vender muitos dos seus titulares para fazer caixa e afastar a crise financeira.
O Milan pressiona desde o início, mas o primeiro gol só chega aos 36 minutos. Shevchenko recebe de Ambrosini e toca no canto direito de Peruzzi. Sete minutos depois, o ucraniano marca o segundo, escorando de cabeça um
cruzamento de Maldini. O domínio dos donos da casa continua após o intervalo e o terceiro gol acontece aos 31 minutos quando Shevchenko recebe na área e bate de direita, sem chances para Peruzzi.
Com a vitória, o Milan conquista a sua quinta Supercopa Italiana, isolando-se como o maior ganhador na história da competição disputada desde 1988. Antes, o Milan estava empatado com a Juventus.
Escalação do Milan (4-3-1-2):
Dida
Cafu, Nesta, Stam, Maldini
Gattuso, Rui Costa, Ambrosini (Dhorasoo)
Kaká
Shevchenko, Tomasson (Crespo e depois Serginho)
Nova Iorque, 3 Agosto 2003, JUVENTUS 1 X 1 MILAN (A JUVENTUS ganha 5 a 3 nos pênaltis)
Marcadores: Pirlo aos 17 da 1ª prorrogação e Trezeguet aos 18 da 1ª prorrogação
Pênaltis: Di Vaio: gol, Pirlo: gol, Trezeguet: gol, Serginho: gol, Birindelli: gol, Brocchi: defendido, Camoranesi: gol, Nesta: gol, Ferrara: gol.
O jogo entre o Milan e a Juventus, em Nova Iorque, é muito equilibrado e o tempo regulamentar termina com o placar de 0 a 0. Os dois times vão para as prorrogações e aos 17 minutos (!) da
primeira o Milan tem a grande oportunidade de ganhar a sua quinta Supercopa Italiana quando o juiz Collina lhe concede um pênalti e Pirlo o transforma em gol (1 a 0).
Parece que este é o gol de prata, porque todo mundo acha que a primeira prorrogação já terminou. Mas o juiz não apita o fim e na ação seguinte o juventino Trezeguet surpreende todos os jogadores rubro-negros fazendo o gol do empate (1 a 1).
É jogada portanto a segunda prorrogação durante a qual não acontece nenhum gol e a decisão da Supercopa será nos pênaltis. Parece ser a revanche da final da Champions League do último 28 de Maio. A Juventus não erra nenhum pênalti. Do outro lado o goleiro Buffon defende o pênalti cobrado por Brocchi e a Juventus ganha assim a sua quarta Supercopa Italiana igualando o número de vitórias do Milan.
Escalação do Milan (4-3-1-2):
Abbiati
Cafu, Nesta, Maldini, Kaladze
Gattuso (Ambrosini), Pirlo, Seedorf (Serginho)
Rui Costa (Brocchi)
Shevchenko, Inzaghi